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A cor azul dos miosótis

Somos mais produto do meio que nos constrói ou da imaginação que nos concebe?

A consciência da morte e a urgência de viver

31.05.24 | Jorge Almeida

Li agora um post num blog que cita um escritor que fala de um comediante que tinha medo da morte e que, depois de anos de psicoterapia, conseguiu, racionalmente, compreender as razões desse medo, e que, por isso, deixou de ser comediante.

Também eu tenho medo da morte. Mas não é preciso. Acho que tenho domesticado esse medo, mas se há razões ocultas que conduzem a nossa vida, essa é a principal.

Como já li, quando nos confrontamos com a morte e temos consciência dela, a vida torna-se uma urgência todos os dias.

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