A consciência da morte e a urgência de viver
Li agora um post num blog que cita um escritor que fala de um comediante que tinha medo da morte e que, depois de anos de psicoterapia, conseguiu, racionalmente, compreender as razões desse medo, e que, por isso, deixou de ser comediante.
Também eu tenho medo da morte. Mas não é preciso. Acho que tenho domesticado esse medo, mas se há razões ocultas que conduzem a nossa vida, essa é a principal.
Como já li, quando nos confrontamos com a morte e temos consciência dela, a vida torna-se uma urgência todos os dias.