Não custa nada
02.11.25 | Jorge Almeida
Estava á espera do metro na estação de S. João, no Porto, e um senhor veio ter comigo para lhe tirar um bilhete Andante para Gaia, onde teria deixado o carro. Não devia, habitualmente, andar de metro
Tinha-o visto a falar com outra pessoa que não acedeu ao seu pedido.
Levei-o então a uma máquina e comprei-lhe o bilhete. Disse-lhe que teria que validar a viagem, e assim fiz.
Visivelmente contente, o senhor agradeceu e eu pensei: como é preciso tão pouco para deixar alguém feliz!